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Já que existe no Sul esse conceito que o Nordeste é ruim é sempre ingrato Já que existe a separação de fato é preciso torná-la de direito. Quando um dia qualquer isso for feito todos vamos lucrar imensamente Começando uma vida diferente da que a gente até hoje tem vivido Imagine o Brasil ser dividido e o Nordeste ficar independente Dividido a partir de Salvador O Nordeste seria outro país Vigoroso, leal, rico, feliz Sem dever a ninguém no exterior Jangadeiro seria o Senador O caçador de roça era o Suplente Cantador de viola o Presidente O vaqueiro era o líder do partido Imagine o Brasil ser dividido e o Nordeste ficar independente Em Recife o distrito industrial O idioma ia ser nordestinense A bandeira de renda cearense Asa Branca era o Hino Nacional O folheto era o símbolo oficial A moeda o tostão de antigamente Conselheiro seria o inconfidente Lampião o herói inesquecido Imagine o Brasil ser dividido e o Nordeste ficar independente...

ALAGOA NOVA ANTES E DEPOIS (Fotos de Luís Avelima)


Cordelista paraibano lança “DICIONÁRIO DE PARAIBÊS” em forma de cordel



O cordelista Vicente Campos Filho lançou recentemente um folheto de cordel denominado “Dicionário de paraibês”. Em forma de versos, estão dispostos 170 termos utilizados, principalmente no interior paraibano, todos eles acompanhados de seus respectivos sinônimos.

Há cinco anos residindo em João Pessoa, o paraibano da cidade de Patos diz que se utiliza da experiência adquirida durante os seus 44 anos de vida no sertão. “Os termos regionais apresentados nesse cordel representam o que há de mais puro no vocabulário de pessoas que moram no interior”, revela Vicente Campos Filho.
Autor de mais de três dezenas de cordéis, Vicente Campos Filho distribui os seus folhetos para comercialização nas diversas lojas especializadas em produtos para turistas da nossa capital e em bancas de revistas. Ele conta que este em especial, se destina à promoção da nossa cultura entre os que visitam a Paraíba. “O Dicionário de paraibês tem sido muito bem aceito entre os turistas que aqui chegam e que buscam informações sobre a cultura paraibana. Vários outros cordéis que tenho publicado são bem aceitos. Mas este tem superado as expectativas. Tanto turistas como nativos se deliciam com os termos apresentados”.
Os cordéis de Vicente Campos Filho revelam a veia humorística do autor que diz gostar de provocar risos nas estórias contadas em forma de versos. “Gosto muito quando vejo alguém folhear um de meus cordéis e exibir um ar de riso ao ler algumas estrofes”, confessa.



Algumas estrofes:


Um mau cheiro é uma CATINGA

Também pode ser INHACA

Na axila é SUVAQUEIRA

Quem fecha um botão ATACA

Quem se vai PEGA O BECO

Quem entra em casa EMBURACA.

Longe é a BAIXA DA ÉGUA
O ali é ACULÁ

Devagar é SÓ NA MANHA

Correr é DESIMBESTAR

O de cima é o de RIBA

Botar no chão é ARRIAR.

Mulher bonita é VISTOSA
Mulher feia é CANHÃO

Quem se zanga DÁ A GOTA

Quem dá bronca DÁ CARÃO

Menino que anda lento

OH... MENINO REMANCHÃO!

O otário é MANÉ
O malandro é MALAQUIA

Estar com pressa é AVEXADO

Dizer: “Vem logo” é “AVIA”

E quem se espanta com algo
Diz assim: “AFF MARIA!”.

29.4.13

Pé da serra da Cidade de Queimadas-PB
Triunfo PB.

Santa Cruz - PB

Santa Cruz, é um município do estado da Paraíba (Brasil), foi criado pela lei nº 2.707 de 29 de Dezembro de 1961 e fica a 445,5 km da capital. De acordo com o IBGE, o município possui uma população de 6.471 habitantes, dos ...Ver mais
Meu destino é ser vaqueiro, eu nasci para aboiar, correr boi na
vaquejada da poeira levantar, não adianta dar estudo pra quem nasceu pra
galopar!
O fruto da pitombeira, no Nordeste temos variadas frutas deliciosas, uma delas é a pitomba que todo os nordestinos amam essa fruta.

25.8.11

CURIOSIDADES

Como ir para a Puta que Pariu! (sem brincadeiras)


Se acham que mandar alguém para a Puta que o Pariu é apenas um insulto de mau gosto, pensem duas vezes! Na realidade, essa pessoa tem de facto um lugar bem tangível para onde ir, pois Puta que Pariu é um bairro bastante conhecido da cidade de bela Vista, em Minas Gerais, no Brasil!
Sinal de Puta que Pariu
Não gostava de estar na pele dos habitantes desta localidade. Sempre que tivesse que escrever algum formulário tinha que escrever na minha morada que era da Puta Que Pariu. Sempre que me perguntassem de onde era, também lá tinha que dar a resposta em tons embaraçados. Imaginem a vergonha!
Autocarro Puta Que PariuE nem imagino os cuidados que o Padre da Paróquia de Puta que Pariu tem que ter. É uma tarefa infernal dar missa numa cidade com um nome destes eheh
Existem até carreiras de autocarro regulares para Puta que Pariu, por isso o alvo dos teus insultos tem até muitas opções de transporte para se deslocar aquele local. Agora que a verdade se sabe e vai ser espalhada entre a comunidade, todos nós temos que ter muto cuidado da próxima vez que mandarmos alguém para a Puta Que Pariu. Podem sempre responder-nos: “Mas a pé? Ou de autocarro?” ^_^’

1.5.11

cachoeira furnas em Areia PB

Ponte de Arcos Areia PB

pequeno córrego na estrada de acesso a Barragem de Camar

Rastro da enxurrada de Camará em 27-jun-2004

Prainha de Aurélio uma semana depois do rompimento da barragem de Camará

Prainha de Aurélio 4 meses após o acidente da barragem de Camará

Rastro da enxurrada do Rio Riachão na altura da Furna, 10 dias após o acidente de Camará

trilha para a Barragem de Camará em Alagoa Nova PB

Destruição da Cachoeira do 15 pela enxurrada de Camará

Pedras descobertas pela enxurrada

Lago da barragem de Camará em 20-jun-2004 (3 dias após o acidente do rompimento)

Destilaria Macaíba destruída pela enxurrada do acidente da Barragem de Camará, 8 dias após seu rompimento

Circuito de caminhadas de aventura em Alagoa Nova-PB

Casa destruída pela elevação súbita da água na Prainha de Aurélio

Aspecto da destruição na Destilaria Macaíba, em 24-jun-2004

IMAGENS DA BARRAGEM DE CAMARÁ



Cachoeira do 15 em Alagoa Grande, um mês após o acidente da barragem de Camará

Aspecto do rastro da enxurrada no Sítio Cipó uma semana após o acidente da barragem de Camará.

A água da barragem destruiu este jardim no Sítio Cipó

vista do vale que ficou a pois o rompimento da Barragem

Ponto onde a barragem rompeu, 3 dias após o acidente.

Rombo aberto no muro de contenção, antes do desmoronamento da ombreira.

CAMARÁ 5 SEMANSA ANTES